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Prevenção à Síndrome Alcoólica Fetal

Escrito por Redação

Estudos realizados no Brasil, mas com diferentes metodologias e em diversas localidades, estimam que as gestantes tenham uma frequência de consumo de álcool em torno de 10% a 40%, mas o país ainda não tem estatísticas oficiais ou programa de prevenção específico sobre a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF).

Em 1973, a SAF foi definida como uma condição irreversível, ela é uma doença que atinge bebês de mulheres que ingeriram bebidas alcoólicas durante a gravidez, podendo causar anomalias craniofaciais, deficiência de crescimento do feto e também da criança em crescimento, disfunções do sistema nervoso central, incluindo anormalidades neurológicas, além de alterações comportamentais e deficiência intelectual, dentre outros problemas de saúde.

No Estado de São Paulo, o deputado Gilmaci Santos apresentou o projeto de lei 65/2009, que institui a “Campanha de Prevenção à Síndrome Alcoólica Fetal”. O projeto do republicano tem o objetivo de destacar os prejuízos que o álcool causa ao feto durante a gravidez, isso seria feito por meio de material gráfico e propaganda na mídia televisiva e impressa.
O Ministério da Saúde ressalta que diferentes levantamentos nacionais apontam uma preocupante tendência de aumento do consumo de álcool por mulheres em idade fértil.

Leia o projeto na íntegra: www.al.sp.gov.br

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